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Digressão
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A Paz
Trigeu, lavrador, que vivia na Ática, do cultivo das suas vinhas, cansado da guerra e da destruição por ela causada, resolve subir ao Olimpo montado num escaravelho gigante para perguntar aos Deuses qual a causa dos males que afligiam a Grécia, às voltas com uma interminável guerra fratricida. No Olimpo encontra a Paz enterrada no fundo de uma caverna. Com a ajuda do Coro e de Hermes, traz a Deusa de volta à terra e com ela as deusas da Folgança e dos Frutos. A Paz é libertada e celebrada e todos ficam contentes, excepto os que beneficiam com a guerra, os fabricantes e comerciantes de armas.
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Sermões
Do alto do pulpito uma voz brada, protesta e clama. Uma voz de homem e engenho de escritor. Um espectáculo concebido a partir da dramaturgia de alguns Sermões do Padre António Vieira, revelando ao público de hoje, o artista do discurso engenhoso. O homem público nas suas diferentes vertentes: o filósofo, o religioso, o político, o missionário. O homem revoltado e desencantado com a sua Pátria. E por fim, o homem que compreende que a vida, grande palco de enganos e aparências, é apenas um momento fugaz onde tudo é revertido em pó, cinza e nada.
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Só Puro Amor – Seis poetas e uma poetisa
Um espectáculo de poesia e música. Uma viagem pela poesia portuguesa, através de seis poetas – Bernardim Ribeiro, Luís de Camões, Almeida Garrett, Bocage, António Nobre, Fernando Pessoa – e uma poetisa – Natália Correia - entrecruzando poesia, música ao vivo e textos de António José Saraiva. Em cena uma actriz e dois músicos. Num tom coloquial e confessional é celebrada uma liturgia da palavra. Sete poetas e um ensaísta que da lei da morte se vão libertando.
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O Veneno do Teatro
A acção passa-se no século XVIII, no ano de 1784, no salão de um palácio. Um actor é convidado por um Marquês a fazer a representação de uma peça de teatro. O actor, ao chegar salão do palácio, é recebido por um mordomo. Aborrecido pelo atraso de quem o convidou, não se dá conta que o mordomo é o próprio Marquês, que acaba por provar que também ele é capaz de criar a ilusão teatral, enganando até um profissional do teatro.
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Ay Carmela!
A acção passa-se num teatro de Belchique em tempo da guerra civil de Espanha. Um casal de actores de variedades, Carmela e Paulino, encontram-se em digressão e entram na localidade, sem saberem que a cidade está tomada pelos franquistas. Depois de interrogados são obrigadas, nessa noite, a improvisar um espectáculo para as tropas nacionalistas e para as milícias das brigadas internacionais que vão ser fuziladas no dia seguinte.
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